quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pé-de-moleque gigante do São João de Caruaru tem 2 toneladas

Doce tem 600 kg de mandioca, 300 kg de açúcar, 45 kg de castanha e 1,8 mil ovos.
Tradição acontece há 11 anos na cidade pernambucana.

Foto: Reprodução/TV Asa Branca
 
Doce feito em Caruaru tem 9 metros de comprimento
Foto: Reprodução/TV Asa Branca
 
Pé-de-moleque gigante agitou o São João de Caruaru (Foto: Reprodução/TV Asa Branca)
Os forrozeiros que foram a Caruaru (PE), nesta quinta-feira (19), renovaram as energias na festa do pé-de-moleque gigante, uma das atrações do São João da cidade. A tranqüilidade do bairro das Rendeiras foi invadida pela animação de quem queria experimentar a iguaria. A festa acontece há 11 anos.

No começo, o bolo tinha apenas três metros e pesava 500 quilos. Mas como tudo nos festejos juninos da cidade, os números impressionam, foram necessárias doze pessoas para preparar a guloseima, que tem formato de um pé gigante.

Ao todo, são usadas 42 formas de bolo. O quitute fica por oito horas no forno e pesa duas toneladas. Na receita, são usados 600 quilos de mandioca, 180 quilos de margarina, 300 quilos de açúcar, 45 quilos de castanha, 50 quilos de coco ralado, um quilo de fermento, 50 quilos de doce de goiaba, 1,8 mil ovos, 20 quilos de cravo, 20 quilos de canela e 20 quilos de erva-doce.

A cultura popular tem duas explicações para a expressão pé-de-moleque. Uma delas diz que é porque o bolo tem a cor dos pés descalços das crianças (moleques). A outra tem a ver com as cozinheiras antigas que enquanto mexiam o tacho, os moleques pediam o bolo. Então encostadas no fogão, elas diziam: Pede moleque, pede!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Um terço da população de Brasília é nordestina!Conheça um pouco das delícias dessa terra.

domingo, 3 de junho de 2012

LUIZ GONZAGA
O Xote das Meninas

Uma Musica Do Nosso Exemplo De Musica Nordestina LUIZ GONZAGA.


(Leandro Gomes de Barros)
Semore adotei a doutrina
Ditada pelo rifão,
De ver-se a cara do homem
Mas não ver-se o coração,
Entre a palavra e a obra
Há enorme distinção.
Zé-pitada era um rapaz
Que em tempos idos havia
Amava muito uma moça
O pai dela não queria…
O desastre é um diabo
Que persegue a simpatia.
Vivia o rapaz sofrendo
Grande contrariedade
Chorava ao romper da aurora
Gemia ao virar da tarde
A moça era como um pássaro
Privado da liberdade.
Porque João-mole, o pai dela
era um velho perigoso,
Embora que Zé-pitada
Dizia ser revoltoso,
Adiante o leitor verá
Qual era o mais valoroso.
Marocas vivia triste
Pitada vivia em ânsia,
Ele como rapaz moço
No vigo de sua infância,
Falar depende de fôlego
Porém obrar é sustância.
Disse pitada a Marocas,
Eu preciso lhe falar
Já tenho toda certeza,
Que é necessário a raptar,
À noite espere por mim
Que havemos de contratar.
Disse Marocas a Zezinho:
Papai não é de brincadeira,
Diz Zé-pitada, ora esta!
Você pode ver-me as tripas,
Poré não verá carreira.
Diga a que hora hei de ir,
Eu dou conta do recado
Inda seu pai sendo fogo,
Por mim será apagado,
Eu juro contra minh’alma
Que seu pai corre assombrado.
Disse Marocas, meu pai
Tem tanta disposição
Que uma vez tomou um preso
Do poder de um batalhão,
Balas choviam nos ares,
O sangue ensopava o chão.
Disse ele, eu uma vez
Fui de encontro a mil guerreiros,
Entrei pela retaguarda,
Matei logo os artilheiros,
Em menos de dez minutos
O sangue encheu os barreiros.
Disse Marocas, pois bem
Eu espero e pode ir,
Porém encare a desgraça,
Se acaso meu pai nos vir,
Meu pai é de ferro e fogo,
É duro de resistir.
Marocas não confiando
Querendo experimentar,
Olhou para Zé-pitada
Fingindo querer chorar,
Disse meu pai acordou,
E nos ouviu conversar.
Valha-me Nossa Senhora!
Respondeu ele gemendo,
Que diabo eu faço agora?!…
E caiu no chão tremendo,
Oh! Minha Nossa Senhora!
A vós eu me recomendo
Nisso um gato derrubou
Uma lata na dispensa,
Ele pensou que era o velho,
Gritou, oh!, que dor imensa!.
Parece qu’stou ouvindo
Jesus lavrar-me a sentença.
A febre já me atacou,
Sinto frio horrivelmente.
Com muita dor de cabeça,
Uma enorme dor de dente,
Esta me dando a erisipela,
Já sinto o corpo dormente.
Antes eu hoje estivesse
Encerrado na cadeia,
De que morrer na desgraça,
E d’uma morte tão feia,
Veja se pode arrastar-me,
Que minha calça está cheia.
Por alma de sua mãe,
E pela sagrada paixão,
Me arraste por uma perna
E me bote no portão,
A moça quis arrastá-lo,
Não teve onde pôr a mão.
Ela tirou-lhe a botina,
Para ver se o arrastava,
Mas era uma fedentina,
Que a moça não suportava,
Aquela matéria fina
Já todo o chão alagava.
Disse a moça: quer um beijo?
Para ver se tem melhora?
Ele com cara de choro,
Respondeu-lhe, não, senhora,
Beijo não me salva a vida,
Eu só desejo ir-me embora.
Então lhe disse Marocas,
Desgraçado!… eu bem sabia,
Que um ente de teu calibre,
Não pode ter serventia.
Creio que fostes nascido
Em fundo de padaria.
Meu pai ainda não veio
Eu hoje estou sozinha,
Zé-pitada aí se ergueu,
E disse, oh minha santinha!
A moça meteu-lhe o pé,
Dizendo: vai-te murrinha!
E deu-lhe ali uma lata,
Dizendo: está aí o poço,
Você ou lava o quintal
Ou come um cachorro ensolso,
Se não eu meto-lhe os pés
Não lhe deixo inteiro um osso.
Disse ele, oh! meu amor!
O corpo todo me treme,
Minha cabecinha está,
Que só um barco sem leme,
Parece-me faltar o pulso,
O Anjo da Guarda geme.
Então a moça lhe disse:
O senhor lava o quintal
Olhe uma tabica aqui!…
Lava por bem ou por mal,
Covardia para mim,
É crime descomunal.
E lá foi nosso rapaz
Se arrastando com a lata,
A moça ali ao pé dele,
Lhe ameaçando a chibata,
Ele exclama chorando
Por amor de Deus não bata.
Vai miserável de porta
Quero já limpo isso tudo,
Um homem de sua marca
Pequeno, feio e pançudo,
Só tendo sido criado
Onde se vende miudo.
Disse o Zé quando saiu:
Eu juro por Deus agora,
Ainda uma moça sendo
Filha de Nossa Senhora,
E olhar para mim, eu digo:
Degraçada, vá embora.

EVENTO

O Evento Acontecera Nos Dias 23 a 24 de Junho Na Q.d 15 A/E 02 Sobradinho-DF a Parti das 18h Ate As 06h. Aguardamos a Presença De Vocês.

Cangaço.

Boa tarde. Bom... Em função de alguns contra-tempos que ocorreram na sexta, não foi possível atualizarmos o blog com a "historia do cangaço" mas hoje estamos aqui, e ai vai mais um pouco dessa ótima historia...

O cangaço existiu a partir do século 19, mas atingiu o auge entre o início do século 20, marcado pela ação do bando de Antonio Silvino, e a década de 1940, quando foi morto o cangaceiro Corisco, no interior da Bahia. Entre a atuação dos dois, destacou-se aquele que tornou-se a personificação do cangaço, por ser o líder de uma quadrilha que atuou por quase duas décadas em diversos estados do Nordeste: Virgulino Ferreira da Silva, o célebre Lampião.
Contribuíram para sua fama a violência e a ousadia, que o levaram a empreender ataques até a cidades relativamente grandes do sertão, como Mossoró (RN), em 13 de junho de 1927. Nesse caso, em especial, o ataque fracassou, pois a população local se entrincheirou na cidade e repeliu o ataque. O mesmo não aconteceu em Limoeiro do Norte (CE) ou Queimadas (BA), que o bando de Lampião tomou por alguns dias saqueando, matando indiscriminadamente, e impondo a sua vontade pelo tempo que ali permaneceu.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Côco



 


Em quase todo o Nordeste rural, sobretudo nas zonas canavieiras e praieiras, dança-se o côco. A dança começou nos engenhos, de origem africana (Artur Ramos, Mário de Andrade e Câmara Cascudo sugerem também influências ameríndias, provavelmente dos Caetés). Antigamente chegou a atingir os salões elegantes de Maceió e João Pessoa, dançado por moças das classes mais altas. Há quem veja nele um feliz cruzamento das músicas negra e indígena. Muitos compositores populares brasileiros têm se aproveitado do côco e da embolada, principalmente em cantigas de carnaval, lançando mão da criação anônima, deturpando-a quase sempre, salvando-se algumas poucas recriações dignas de notas.

O côco é dança eminentemente popular. Há um imperialismo dos instrumentos de percussão, íngonos, pandeiros, cuícas e ganzás. Raríssimas vezes aparecem a viola e o violão. É também chamado de samba, pagode, zambê, bambelô.
Os participantes formam filas ou rodas onde executam o sapateado característico, respondem o coco, trocam umbigadas entre si e com os pares vizinhos e batem palmas marcando o ritmo. É comum também a presença do mestre "cantadô" que puxa os cantos já conhecidos dos participantes ou de improviso. Pode ser dançado com ou sem calçados e não é preciso vestuário próprio. A dança tem influências dos bailados indígenas dos Tupis e também dos negros, nos batuques africanos. Apresenta, a exemplo de outras danças tipicamente brasileiras, uma grande variedade de formas, sendo as mais conhecidas o coco-de-amarração, coco-de-embolada, balamento e pagode.

O bambelô é uma manifestação típica do Rio Grande do Norte, onde o Quinteto Violado recolheu versos improvisados e refrões. Os instrumentos usados na gravação de estúdio são os mesmos que o povo utiliza nas fontes desta pesquisa: pandeiro, pau-de-semente (ganzá), puita e bobão (surdo). Todas as informações aqui alinhadas a respeito do côco são válidas para o bambelô.

O côco sem coreografia é a embolada. Supõe-se que ele tenha nascido no célebre Quilombo dos Palmares. A música surgiu no ritmo do trabalho de quebrar côcos. Daí a expressão quebrar-côco ter se tornado, posteriormente, não apenas um convite ao trabalho, mas à dança, que geralmente ocorre da seguinte maneira: forma-se roda, no centro da qual fica o tirador de côco, uma espécie de solista, cantando os côcos conhecidos e até chegando a improvisar, acompanhado pelos participantes; depois, os pares fazem voltas e batem palmas, dando entre essas voltas as umbigadas. É um canto social, utilizando sistematicamente – como disse Mário de Andrade – solo e coro.

Atualmente as praias nordestinas formam a área de maior influência do côco. Ainda não decresceu o seu prestígio, sobretudo nas festas de São João e do fim do ano. Pode-se dizer, sem exagero, que se trata de uma das mais expressivas e ricas criações, tanto do ponto de vista musical quanto do coreográfico, do gênio popular brasileiro.

No vídeo a seguir podemos ter uma breve demostração desse estilo de dança




quarta-feira, 30 de maio de 2012

Culinária Maranhense
Arroz de cuxá, o orgulho da culinária maranhense.
http://www.cpt.com.br/imagens/enviadas/materias/materia2476/m-arroz-de-cuxa.jpgA caça de pelo e de pena, como ensopados de pacas, tatus, veados e capivaras, preparados no óleo de babaçu, é encontrada no interior do estado. Os caranguejos são transformados em tortas de frigideira, e não mais tostados como nos tempos dos índios. A refeição matinal do maranhense é composta de mingau à base de farinha e mandioca, aveia e arroz; bolo de macaxeira ou de tapioca fritos na hora, com batata-doce e fruta-pão. As bebidas variam entre suco de frutas da estação: caju, laranja, maracujá, e a principal é a graviola que, inclusive, acompanha pratos salgados no almoço. Característica fundamental da culinária maranhense é a pesca fresca, o coco natural, tempero moderado e pouca gordura.
Na terra do arroz, come-se com feijão, arroz de jaçanã; arroz de carne; arroz de toucinho e arroz de cuxá; o orgulho da culinária maranhense, acompanhado de peixe-pedra, típico da cidade de São José do Ribamar. Entra na sua composição arroz, camarão salgado, farinha de mandioca, gergelim torrado e a azedinha. Acertar no arroz de cuxá desafia os melhores cozinheiros. A maior dificuldade em sua preparação está no sabor acre da folha da vinagreira, que deve ser misturada com maestria para não agredir o paladar.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

O Cangaço.

Boa noite galera, estamos começando hoje uma serie sobre a história do cangaço, e toda sexta-feira será exibido aqui um pouco sobre essa historia encantadora, incluindo vídeos, fotos e etc. Vamos la...

O cangaço:
Entre os séculos 19 e meados do 20, um tipo específico de banditismo se desenvolveu no sertão nordestino: o cangaço.
Os cangaceiros - bandos de mal-feitores, ladrões, assassinos, bem armados, conhecedores da região - saqueavam fazendas, povoados e cidades, impunemente, ou, pior, impondo sua própria lei à região em que atuavam.
Para isso, contavam com o isolamento do sertão, com o tradicional descaso e a incompetência das autoridades constituídas, bem como com a conivência ou proteção de vários chefes políticos locais, os grandes proprietários rurais, conhecidos como "coronéis".
  
O cangaceiro - um deles, em especial, Lampião - tornou-se personagem do imaginário nacional, ora caracterizado como uma espécie de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres, ora caracterizado como uma figura pré-revolucionária, que questionava e subvertia a ordem social de sua época e região. 
Nesse sentido - heróico/mitológico - o cangaço é precursor do banditismo que ocorre atualmente nos morros do Rio de Janeiro ou na periferia de São Paulo, onde chefes de quadrilhas também são considerados muitas vezes benfeitores das comunidades carentes.
Essa foi uma pequena introdução sobre o cangaço... Semana que vem tem mais... 


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Baião de Dois

Todo mundo sabe que o arroz e o feijão formam o par perfeito do Brasil, uma dupla imbatível na preferência dos brasileiros. E no Ceará aconteceu o casamento feliz, uma união mais que perfeita: o Baião de Dois.
O termo “baião”, que deu origem ao nome do prato, designa uma dança típica do nordeste, por sua vez derivada de uma forma de lundu, chamada “baiano”. A origem do termo ganhou popularidade com a música Baião de Dois, parceria do compositor cearense Humberto Teixeira com o “Rei do Baião”, o pernambucano Luís Gonzaga, na metade do século XX.
A história do baião de dois é do tempo das dificuldades das pessoas do sertão no período da seca, em que não podiam estragar nada; assim, uniram o arroz, o feijão, o queijo de coalho, a carne de sol, a manteiga de garrafa e criaram um prato só. E assim estava pronto o Baião de Dois, que sempre foi fundamental para dar sustento aos vaqueiros.

               Aqui está uma receita de Baião de dois pra quem quiser fazer:


sábado, 19 de maio de 2012

Evento Nordestino



O ARRAIÁ DO ALCEU entra no clima do nordeste e promete ser um evento com ambiente agradável, supere- strutura de som, luz, bares e decoração temática especialmente projetada para receber o público brasiliense num local amplo. Comidas e bebidas típicas, aliadas à apresentação do maior ícone das festas de são João do Brasil, formarão o maior Arraiá já visto na Capital Federal.

Compra de Ingressos:

Evento Nordestino



FESTA DO SEU JOÃO 2012 - Uma Festa Junina Muderna !


Quarta, 06 de Junho - Véspera de Feriado.

Área Externa do Ginásio Nilson Nelson

Compra de Ingressos :

Literatura de cordel

Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é umgênero literário popular escrito frequentemente
 na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o
Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil
O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, 
cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se 
perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados 
comxilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. 
Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, 
como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis
 compradores. Para reunir os expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a Academia 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Algumas danças populares nordestinas 

                                       Frevo


é a dança e a música típica do carnaval de rua em Recife/Olinda no nordeste do país. Esta dança é muito rítmica com coreografia individual e passos rápidos. As dançarinas vestem roupas coloridas e carregam um pequeno guarda-chuva. Originalmente, esta dança não usou nenhumas letras mas confiou unicamente no som dos instrumentos.





   

                              Xaxado                                                                           é uma dança popular do sertão nordestino que reflete o som dos sapatos dos camponeses que batem a terra seca. A tradição do Xaxado conta os tempos e as façanhas dos bandidos que de vez em vês governaram no sertão e defenderam os camponeses oprimidos contra os mestres ricos e poderosos do litoral. Aqueles bandidos incluíram os caráteres históricos de Lampião e Maria Bonita. Curiosamente, os Xaxados mais antigos conta somente com o som das vozes e das coronhas dos fuzis que batem a terra para dar o ritmo.
                                         





Samba de Roda




é um tipo de samba e ritmo que virou mais popular no nordeste do país, particularmente na Bahia. Todos dançam juntos num círculo com muito alegria e brincadeira.















Axé
é um jeito de música e dança mui popular com originem em Salvador Bahia. A palavra vem de um cumprimento ritual do sentido de boas vibrações, que estava usado nos cultos de Candomblé e Umbanda.
Axé é a dança do carnaval da Bahia e domina todos os aspectos da cultura popular baiana.Seu rico visual é único no mundo por sua mistura da ginga, dos sorrisos,paquero,relances,rostos, vozes, corpos, e cores do povo baiano.





Samba Reggae
é uma mistura de vários ritmos incluindo o afoxé, ijexa, e samba duro com influências do caribe. Paul Simon era o primeiro artista principal para introduzir esta música do samba reggae ao mundo quando tocou e fez turné com a baticada Olodum da Bahia.










  Samba


é o estilo mais famoso da música e dança brasileira. O Samba saiu dos ritmos dos escravos africanos. A palavra "samba" tem origem africana: na língua Quibundo “Samba” significa “ondulação umbilical” (Quibundo foi a lingua dos africanos indígenos trazidos ao país da região que virou a Angola de hoje). Os atuais estilos de samba se desenvolveram por mutação musical e disfusão geográfica. Inicialmente, os escravos africanos celebraram ceremônias segredas baseadas nas suas tradições étnicas e religiosas. O Samba é apenas um entre muitas expressões rítmicas que emergiram nestas épocas: Candomblé, Maracatu, e Capoeira são formas de dança e arte que emergiram durante a mesma era. O Samba é bem conhecido pela sua versatilidade e vitalidade. Embora alguns formulários do Samba permanescessem muito perto aos suas raizes em Afoxé, a maioria dos movimentos mais modernos do Samba envolveram fusões, tais como o samba-reggae ou o samba-funk. Samba de Enredo é o tipo de Samba dominando nos desfiles do carnaval do Rio de Janeiro. Suas letras contam uma história do passado ou presente acompanhado pelo ritmo da batucada. Samba de Enredo se tornou popular nos anos 1920s quando começou a dominar o carnaval do Rio de Janeiro Carnaval, a maior festa do mundo.















quarta-feira, 16 de maio de 2012

Culinária nordestina

 Uma culinária de gosto forte, bem temperada e com muitas nuances é o que caracteriza a culinária nordestina, que mescla a beleza de seus litorais, com a seca do cerrado.
A culinária nordestina é fortemente influenciada pela suas condições geográficas e econômicas ao longo da história, assim como pela antiga mistura das culturas portuguesa, indígena e africana, iniciada ainda no século XVI.
As comidas quase sempre têm como ingredientes produtos vegetais, muitas vezes cultivados pelos índios desde muito antes da colonização portuguesa, carnes de gado bovino e caprino, peixes e frutos do mar, variando bastante de região para região, de acordo com suas características peculiares.
Basicamente, podemos dividir a culinária nordestina em duas partes, uma seria a do litoral, onde foram criadas receitas à base do que mais se encontra por ali, peixes e frutos do mar. Já o sertão se sustenta com as carnes de boi e a farinha de mandioca, aliás, é uma preferência regional, já que todos de todos os estados consomem este tipo de produto.
Pratos característicos da Região Nordeste incluem a tapioca, o vatapá, a moqueca (ambos com frutos do mar e azeite-de-dendê), o baião de dois (feito de arroz e feijão, com diversas variedades, geralmente incluindo também carne seca, queijo coalho, manteiga da terra ou nata), o acarajé (um bolinho de feijões brancos e cebola fritado no azeite de dendê recheado com camarões, pimenta vermelha .

                                           (Baianas vendendo Acarajé)
Outras comidas tradicionais são a farofa, a paçoca, a canjica, pamonha, a carne-de-sol, a rapadura, a buchada de bode, o queijo coalho, o siquilho, o alfinim, a panelada, a maria-isabel, o carneiro cozido e a galinha à cabidela. Um bolo originário de Pernambuco, mas que posteriormente espalhou-se pelo país é o bolo de rolo, feito com farinha de trigo e recheio de goiabada. No Maranhão, desenvolveu-se o cuxá com base em uma erva africana, a vinagreira, recebe ainda o caruru e a língua-de-vaca, outra erva.

sábado, 21 de abril de 2012

Apresentação do Bumba-Meu-Boi
O "Bumba-meu-boi do Saudoso Mestre Teodoro Freire", irá se apresentar hoje 20/04/2012 às 18:30h, na Rodoviária do Plano Piloto, relembrando a primeira apresentação feita no mesmo dia na véspera do 1º Aniversário da Capital Federal no ano de 1961, vindo do Rio de Janeiro-RJ a convite do Escritor Ferreira Gullar (foi o Presidente da extinta Fundação Cultural do DF).

 Dia 21/04/2012, o "BUMBA-MEU-BOI DO SAUDOSO MESTRE TEODORO FREIRE", estará se apresentando na inauguração da Torre Digital, às 09:30h e às 16:00h na Esplanada dos Ministérios, no espaço da Bienal do Livro e da Leitura.

Estamos também participando do Projeto "SETORES EM ARTE", confira a programação:

23/04/2012 - SBS - Setor Bancário Sul, Setor de Autarquias-DF.
13:00h - Bumba-meu-boi de Seu Teodoro (Tambor-de-crioula de Seu Teodoro);

24/04/2012 - SDS - Setor de Desenvolvimento Sul, Conic, Praça Zumbi dos Palmares-DF.
18:00h - Bumba-meu-boi de Seu Teodoro; e

25/04/2012 - SBS - Setor Bancário Sul, Setor de Autarquias-DF.
13:00h - Bumba-meu-boi de Seu Teodoro.

TODAS AS APRESENTAÇÕES SÃO GRATUITAS!

terça-feira, 27 de março de 2012

Região Nordestina
A Região Nordeste é uma região do Brasil com 1.558.196 km² de área e 51.609.027 habitantes. A Região Nordeste é curiosamente um pouco maior que o estado do Amazonas, com 1.558.196 km², contra 1.570.745,680 km² do estado do Amazonas e é a terceira região em área. A região possui 30.998.109 eleitores (IBGE/2002), o segundo maior colégio eleitoral do país, perdendo apenas para o Sudeste.

É a região brasileira que possui a maior quantidade de estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual de Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.



História

O Nordeste foi primordialmente habitado pelos homens da Pré-História, posteriormente pelos índios, que antes da colonização, realizavam trocas comerciais com europeus, na forma de extração do pau-brasil em troca de outros ítens. Mas foi durante o período de colonização que eles foram sendo incorporados ao domínio europeu ou eliminados, devido as constantes "batalhas" contra os senhores de engenhos.


A região foi o palco do descobrimento durante o século XVI. Portugueses chegaram em uma expedição no dia 22 de abril de 1500, liderados por Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia.


Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. Países como a França, que não concordavam com o Tratado de Tordesilhas, realizavam constantes ataques ao litoral com o objetivo de contrabandear madeira para a Europa.


Entre 1630 e 1654, a região foi dominada por neerlandeses e foi uma colônia da República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos (Holanda contemporânea), sendo chamada de Nova Holanda.


Durante o período colonial, no século XVI, a resistência quilombola se iniciou no Brasil, com a fuga de escravos para o Quilombo dos Palmares, na região da Serra da Barriga, atual território de Alagoas, nos vários mocambos palmarinos chegaram a reunir-se mais de 20 mil pessoas. Mas somente em 1694 é que o Macaco, "capital" de Palmares, foi finalmente tomado e destruído, depois de intensa perseguição, Zumbi dos Palmares foi finalmente capturado e teve sua cabeça degolada e exposta em praça pública em Recife.


A cidade de Salvador foi a primeira sede do governo-geral no Brasil, pois estava, estrategicamente, localizada em um ponto médio do litoral. O governo-geral foi uma tentativa de centralização do poder para auxiliar as capitanias, que estavam passando por um momento de crise. A atividade açucareira é até hoje a principal atividade agrícola da região.